29 de dezembro de 2011

Janeiro/2012

Dia 01/01/2012 estaremos cultuando a Deus na Rua 12 Chácara 140 Casa 10 - Vicente Pires
(Favor ao chegar no local ligar 9991-8500 para abrir o portão)

Aguardamos sua presença e de sua família...

20 de novembro de 2011

A salvação vem unicamente de Deus


Data: 20/11/2011
Tema: A Igreja é um Templo.
Título: A salvação vem unicamente de Deus
No capítulo 2.1-3, 11-12 vimos o que éramos.
1.     Estávamos mortos no pecado - 2.1;
2.     Éramos influenciados por Satanás - 2.2;
3.     Éramos controlados pela concupiscência - 2.3a;
4.     Estávamos debaixo da ira de Deus - 2.3b;
5.     Éramos pagãos sem Deus - 2.11;
6.     Éramos separados de Cristo - 2.12a;
7.     Estávamos sem esperança no mundo atual - 2.12b.
Esta era a nossa condição antes de termos um encontro com Deus, agora, veremos o que Deus fez:
Efésios 2.4-6 4 Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, 5 deu-nos vida com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões — pela graça vocês são salvos. 6 Deus nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus,.  
Nós somos redimidos por quatro atividades que Deus realizou em nosso favor, salvando-nos das conseqüências dos nossos pecados. Deus oferece vida aos mortos, libertação aos cativos e perdão aos condenados. De uma forma admirável, Paulo mostra-nos o contraste entre a condição atual dos crentes e sua condição anterior. Antes éramos objeto da ira de Deus; agora, somos beneficiários de sua misericórdia [2.4]. Antes estávamos presos nas garras da morte; agora, ressuscitamos para uma vida nova [2.5-6]
A.   Ele nos amou - 2.4;
Paulo utiliza a palavra éleos "Misericórdia, compaixão, piedade", A palavra indica a emoção suscitada por alguém em necessidade e a tentativa de aliviar a pessoa e resolver o seu problema.
Por natureza Deus é amor e este amor, na relação com os pecadores transforma-se em graça e misericórdia. Deus é riquíssimo em amor[4] e graça [7], e essas riquezas que tornam possível  a salvação do pecador. E essa misericórdia e graça vem a nós por meio do sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Foi no Calvário que Deus demonstrou seu repúdio ao pecado e seu amor pelos pecadores.
Paulo não só fala sobre a nossa salvação, mas fala também sobre a motivação de Deus em nos salvar e enumera quatro palavras: amor, misericórdia, graça e bondade.
B.   Ele nos libertou - 2.5;
Deus tirou-nos da sepultura espiritual em que o pecado nos havida posto. A palavra que Paulo utiliza para deu-nos vida, significa vivificar junto com, fazer viver juntamente com. A palavra é sinônima do verbo "ressuscitar" mas também pode ter o significado de "manter ou preservar a vida".
Paulo utiliza a palavra sesusméni "salvar". O tempo perfeito aponta para a ação completa com o resultado contínuo e enfatiza o estado ou condição permanente.
Verdadeiramente quando cremos em Cristo, passamos da morte para a vida [João 5.24 24 “Eu lhes asseguro: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida.] Recebemos vida nova: a vida de Deus em nós.
C.   Ele nos elevou - 2.6.
Não só saímos da sepultura e fomos ressuscitados, mas também fomos exaltados. Nos fomos ressuscitados e estamos unidos a Cristo, seremos exaltados com Ele, para assentar-mos nos lugares celestiais, acima de todo principado e potestade. Ele nos ressuscitou, nos exaltou ou nos elevou para assentar no trono da graça.
Os cristãos não somente recebem vida, mas também experimentam uma ressurreição para a vida eterna.

17 de novembro de 2011

Paulo, aos santos e fiéis...


Data: 04/09/2011
Tema: A Igreja é um corpo.
Título: Paulo aos santos e fiéis.
Efésios 1:1 Paulo, apóstolo de Cristo Jesus por vontade de Deus, aos santos que vivem em Éfeso e fiéis em Cristo Jesus,  2 graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. 
Esta carta foi redigida em Roma, provavelmente em 62 ou 63 d.C. Certamente Paulo estava em uma Prisão mas o local é uma questão que não se chegou a um entendimento comum.
A carta para os Efésios é a coroa dos escritos de Paulo.[1] Alguns eruditos consideram-na a composição mais divina da raça humana.[2] William Barclay vê Efésios como a rainha das epístolas paulinas.[3] John Mackay, ilustre presidente do Seminário de Princeton, em seus tempos áureos, considerou Efésios o maior e o mais amadurecido de todos os escritos paulinos.[4] Willard Taylor, citando F. F. Bruce, diz que Efésios é a pedra de cobertura da estrutura maciça dos ensinamentos de Paulo.[5]
Seu interesse abarca tudo quanto Deus tem feito a favor do homem, o que ele tem feito ao homem e o que faz e pode fazer por intermédio do homem.[6]
Paulo abre essa carta falando sobre quatro coisas:
Em primeiro lugar, Paulo se apresenta como remetente da carta.[v.1 Paulo, apóstolo de Cristo Jesus por vontade de Deus].
Paulo é o apóstolo de Cristo não por inspiração própria, ou por usurpação, nem mesmo por qualquer indicação do homem, mas por vontade de Deus.[7] A igreja não nomeia apóstolos; eles são chamados por Jesus. Nenhum homem pode constituir a si mesmo apóstolo; esse papel é da economia exclusiva de Cristo. Não temos mais apóstolos na igreja contemporânea, uma vez que a revelação de Deus está completa nas sagradas Escrituras. Paulo, como apóstolo, nos traz uma mensagem inspirada, com autoridade.[8]
Em segundo lugar, Paulo indica os destinatários da carta [v.1 aos santos que vivem em Éfeso e fiéis...]. Não poderíamos falar sobre santidade e fidelidade sem antes conhecermos alguns aspectos sobre a cidade de Éfeso. Éfeso era a capital da Ásia Menor e a maior metrópole da Ásia. Abrangia uma extensa área, e a sua população era superior a 300 mil habitantes. Ela era o centro do culto de Diana, a deusa da fertilidade, cujo templo, localizado a cerca de 1600 metros da cidade, era considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo e constituía o principal motivo de orgulho para Éfeso, segundo a tradição levou aproximadamente 220 anos para o templo ser construído. Paulo esteve três anos na cidade de Éfeso e, ali, plantou uma pujante igreja, que se tornou influenciadora em todos os rincões da Ásia Menor.
De acordo com a chave lingüística do Novo Testamento grego, o dativo indica a quem a carta foi escrita. O termo "Santos" indica aqueles que foram lavados pelo sangue de Cristo, e pela renovação do Espírito Santo, sendo, assim, separados do mundo e consagrados a Deus para Seu serviço. A palavra santo não quer dizer uma pessoa que não peca.[9] Os santos não são pessoas mortas canonizadas, mas pessoas vivas separadas por Deus para viver uma vida diferente. Santos são a totalidade do povo de Deus. Eram chamados "santos" por terem sido separados para pertencer a Deus. De igual modo, Fiéis são todos aqueles que confiam em Cristo Jesus. Todo aquele que é fiel também é santo, e todo santo é fiel. Uma pessoa não é "santa" por mérito pessoal; ela é alguém separada por Deus e, por conseguinte, é chamada a viver em santidade.[10]
A santidade é um dos alvos primordiais do chamamento cristão. Isso provoca a alteração metafísica no homem; porquanto à medida em que ele vai se transformando, seu caráter moral (mediante os vários aspectos do fruto do Espírito Santo, são criados em seu interior [Gálatas 5:22-23   22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,  23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei, assim também vai sendo transformado segundo a própria imagem de Cristo].
Em terceiro lugar, Paulo indica onde estão os destinatários da carta [v.1 ... em Cristo Jesus]. Este é outro ponto importante na carta, os leitores de Paulo "... estão em Cristo Jesus...". Estar "em Cristo" é estar em união vital e pessoal com Cristo, e portanto com o povo de Cristo, como os ramos com a videira e os membros com o corpo. É impossível fazer parte do Corpo sem estar relacionado com o Cabeça e também com os membros. O Novo Testamento e especialmente Paulo, afirma que ser um cristão é, em essência, estar "em Cristo", unido com ele e com o seu povo. São santos porque pertencem a Deus; são fiéis porque confiaram em Cristo.
A carta inteira, portanto, é um combinação magnífica da doutrina cristã e do dever cristão, da fé cristã e da vida cristã, daquilo que Deus fez através de Cristo e do que nós devemos ser e fazer em decorrência. O seu tema central é "a nova sociedade de Deus". [Efésios 5:27   27 para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito.]
Em quarto lugar, Paulo indica o sentido da saudação cristã [v.2 Graça a vós outros e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo...].
"Graça" indica a iniciativa salvadora e gratuita de Deus, e "paz" indica o nível de vida em que passamos a viver desde que ele reconciliou os pecadores consigo mesmo e uns com os outros na sua nova comunidade. A "graça", do outro lado, indica como e por que Deus tomou a iniciativa da reconciliação. A "graça", pois, é sua misericórdia livre e não merecida.
Não devemos deixar despercebido o elo vital entre o autor, os leitores e a mensagem. É o próprio Senhor Jesus Cristo. Paulo, o autor, é apóstolo de Cristo Jesus, os próprios leitores estão em Cristo Jesus,e a bênção vem para todos ele tanto da parte de Deus Pai quanto do Senhor Jesus Cristo.