18 de dezembro de 2009

Resposta teológica em relação a um e-mail onde se declarou que Deus ouviu a oração do justo Brunelli...


“A sentença é o Senhor quem determina, o parecer e o despacho é o Senhor que faz acontecer”

Transcrição da oração do Dep. Brunelli.

Espero sinceramente que realmente ninguém faça nenhum pré-julgamento em relação aos fatos mostrados. Existem muitas formas de se mostrar a verdade, precisamos ter cautela, não julgar, antes, esperar que tudo seja esclarecido e pela “justiça humana” seja assim sentenciado ou não.

Uma frase que me assusta em virtude do meu comprometimento com a Palavra de Deus é ler o seguinte: “DEUS OUVIU A ORAÇÃO DE BRUNELLI, ARRUDA CAIRÁ A QUALQUER MOMENTO”.

Trazendo a compreensão bíblica, porque o que me interessa nessa questão é um ponto interessante, pergunto: Como Deus responde orações se Paulo nos diz que não sabemos como orar? O que significa a intercessão do Espírito, uma vez que “o querer e o efetuar pertence a Deus e não a homens”? Romanos 8:26 Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. Vejamos o versículo seguinte: Romanos 8:27 E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito(e porque não dizer a minha), porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos.

Muito bem, nós não sabemos como orar e nem pedir como convém, mas Deus coloca um coração justo para que Ele venha a impulsionar a orar para que Ele mesmo faça acontecer. Deus é soberano e somente Ele O é. Uma frase da oração do deputado lampeja muito bem essa última questão que versa que o querer e o efetuar pertencem somente a Deus: “A sentença é o Senhor quem determina, o parecer e o despacho é o Senhor que faz acontecer”.

A única coisa que quero me ater com este manifesto é que é muita hipocrisia da parte de não sei quem, achar por um milímetro que seja que a oração deste deputado seja a causa da queda do então governador de Brasília.

Quero ressaltar que não quero aqui discutir questões de cunho social tal como o recebimento do dinheiro (vídeo veiculado por telejornais e outros), somente quero me ater a absurdos do “evangelicalismo” moderno, que qualquer um, pode orar por qualquer coisa e Deus tem a obrigação por ser soberano de atender uma vez que faço essa oração de forma sincera segundo a minha justiça própria.

Li o texto do Reverendo Caio Fábio sobre a visita do Dep. Brunelli e o esclarecimento sobre os vídeos e tudo mais.

Trecho escrito pelo Reverendo Caio Fábio em relação a visita do Dep. Brunelli:

“O Arruda caiu porque combinou com o deus deste mundo e seus asseclas na política e nos negócios, e não pagou; e pior: esqueceu os acertos e pisou nos rabos dos demônios; sempre querendo mais... Então [...] uma legião de demônios políticos e empresariais decidiram demandar o acerto de antes... Como o Governador não cedeu, antes cobrou mais do próprio diabo e seus demônios locais, o inferno inteiro e seus covis no DF se levantaram contra ele...”

O texto recebido diz: “oração que foi feita pelos deputados ao então secretário que passava por momentos tensos, com uma separação litigiosa e confrontos extremos com o governador José Roberto Arruda.” Além disso, segundo Brunelli, na oração ele pediu pela família do Durval e pela situação de angustia dele; e também fazia menção às perseguições que ele, Brunelli, teria sofrido do Gov. Arruda nos últimos três anos...

“E orar pelas autoridades não é crime, mesmo para os ímpios, Orar é dever de todo Cristão”, Uma coisa é orar pelas autoridades, uma coisa é orar pelo ímpio, outra coisa bem diferente é orar por uma pessoa que como Durval, um personagem Cristão hipócrita (até que se prove o contrário), que foi uma calamidade para a cidade e não uma benção. Não se pode orar por um moribundo espiritual que está sofrendo conseqüências dos seus próprios pecados. Isso sim é pecado, pecado é tentar amenizar o que Deus já determinou como conseqüência. Deus é Deus. Quanto às demais coisas, temos não só o direito como a obrigação, uma vez que somos “esclarecidos” na palavra de Deus.

Li então: “A oração de Brunelli revela o que estamos vivenciando hoje: a descoberta da podridão no governo do DEM, desmontando o esquema de corrupção do governador Arruda”. – O que a oração revela simplesmente é que todos sabem da podridão que é o sistema anestesiante que envolve a política praticada por estas pessoas. Não foi por revelação espiritual, mas sim, por demonstração, chantagem, compra de favores e etc. Esses sim são os meios de revelação da precariedade do sistema podre e corruptível.

Tudo o que acontece, seja pela oração ou não, é obra unicamente de Deus. Tudo isso acontece porque o homem está embebedado pelo pecado adâmico e todos os outros pecados são conseqüências desse primeiro. Querem acreditar em algo? Acreditem na soberania de Deus. Tudo acontece por permissão de Deus.

“E a queda de Arruda e de seus aliados são apenas provas vivas de que a oração do deputado Brunelli foi ouvida e atendida”. Desculpe-me o desabafo, mas: É muita hipocrisia atestar as manifestações dos acontecimentos a uma pessoa que não sabe que não se ora pela conseqüência do pecado.

Concluo dizendo que, o e-mail enviado estava afirmando categoricamente que toda honra, glória e majestade foram dadas ao indivíduo e não a Deus...”Creio que Deus pode até usar um indivíduo motivando a orar conforme sua vontade ou até mesmo uma jumenta com dom de visão e com mensagem para Balaão. Isso tudo para que o decreto Dele aconteça. Então, a honra que se deve dar ao deputado deve ser a mesma honra que devemos dar a jumenta de Balaão? Assim, tenho a intenção de mostrar que o homem ora motivado pelo Espírito Santo e não por sua própria vontade ou desejo.”

Quero deixar para meditação dos amados e dos amigos a anti-prece dos homens públicos que têm preço

Financiador nosso que estás na terra
Santificado seja o teu negócio
Venha a nós o teu dinheiro
Seja feita a tua vontade
Assim no público como no privado
A propina nossa de cada dia nos dai hoje
Perdoai nossos desfalques
Assim como nós perdoamos os que malversaram antes de nós
E não nos deixeis cair na tentação da honestidade
Mas livrai-nos do flagrante e da verdade,
Amém.
(Chico Alencar, Deputado Federal, lido por ele no “Papo de Graça”.)

Com a seriedade daquele que tem temor e tremor diante dAquele que é soberano sobre tudo que é visível e invisível...

Pr. James de Melo

3 de dezembro de 2009

A igreja se mede por “cabeça”?


O que acontece quando se abraça a multidão em detrimento da qualidade.

Quem não já perguntou, ou quem não ouviu esta maliciosa pergunta: “Quantos membros têm na sua igreja?” Frequentemente, sou abordado por inúmeras pessoas que me conhecem ou não, e me questionam sobre a quantidade de pessoas que freqüentam os cultos, por isso, confesso, provocou-me uma profunda inquietação.

Por estes dias eu estava numa reunião dominical na Igreja e durante a ministração eu estava falando sobre ditos “pastores”, pessoas que sufocam a verdade em corroboração do espírito competitivo por “cabeças” de membros.

E a visão que tenho a partir de observação e da experimentação (porque pela vontade soberana de Deus eu frequentei um lugar pentecostal) é que a Igreja tem a sua importância, o seu valor e a sua medida ligada diretamente a quantidade de pessoas que lá se encontram.

Fico até com um certo cansaço ao debater repetidamente : sobre a época de Cristo e hoje, suas similaridades em relação a igreja pentecostal e o farisaísmo; sobre a igreja pentecostal e neopentecostal e o catolicismo de Constantino no Séc. XVI. Todavia, poderíamos deduzir algumas coincidências? Ou quantas providencias de Deus para não nos deixar completamente enganados?

O movimento evangelístico do evangelicalismo moderno tende a andar na contramão do evangelho verdadeiro. Explico: Nos tempos de Cristo, as multidões que acompanhavam Jesus eram de incontáveis pessoas, nos parâmetros atuais, seria uma Igreja de sucesso com muitos membros, muito irônico. Mas, a Bíblia é muito clara em especificar quem era os que seguiam a Jesus. Curiosos, doentes atrás de curas, pessoas que queriam testá-lo, fariseus, saduceus, e todo tipo de pessoa que diferencia daqueles pouquíssimos que entram na qualidade de discípulo. Discípulo mesmo, no nosso entender, eram doze, mas um traiu e se mostrou um seguidor, com a sua morte, fugiram todos os homens ficando para uma mulher a missão de entregar uma mensagem para que os onze se reagrupassem de novo.

Veja que Jesus não correu atrás dos milhares que o seguiam e sim se preocupou com a qualidade. A igreja moderna se preocupa com a quantidade. Pseudos “pastores” que se preocupam em vender livros e mais livros e Bíblias sendo que o importante não é o texto sacro e sim suas observações editadas nelas. Estes se preocupam com a vendagem de seus produtos e não com a absorção do conteúdo dos mesmos. Estes estelionatários da fé alheia que provocam muitos que estão honestamente enganados, somatizam uma fórmula de empreendedorismo com evangelho para gerar muitos dividendos por meio da ignorância de alguns ou muitos. A igreja de hoje, na verdade, está abraçando uma multidão de seguidores em detrimento de uma minoria de discípulos. Produz uma massa sufocante, parte para uma competitividade cabeça a cabeça, sendo que os princípios da pregação do evangelho e todas as doutrinas, puras e santas, ensinadas por Paulo são deixadas de lado. E assim, como peixes em um aquário sem oxigênio, os verdadeiros discípulos vão pouco a pouco morrendo à míngua, sem forças ao menos para tomar uma decisão por sair de onde estão por vários motivos, sendo o principal, a meu ver, o comodismo intelectual tão típico de nossa cultura.

O que fazer então? Deve ser o que está passando por sua cabeça agora. Será que uma nova reforma basta? Será que só orar basta? Será que gastar todo o nosso vocabulário basta?

O que eu sei é que de onde eu vim, medos são colocados, as almas vitimadas ao ponto de achar que é uma maldição pensar que esses adúlteros e anticristãos que se denominam “pastores” estão nos guiando por caminhos tortuosos.

O que nos resta é falar a verdade. Concordo com a posição de uns pouquíssimos pastores que defendem ser necessária uma regeneração, uma verdadeira conversão nos dias atuais.

A reforma protestante do séc. XVI já desempenhou o seu papel e agora a conduta é outra, precisamos tirar essa máscara demoníaca que se colocou em nome de um Jesus que não é o da Bíblia com a mensagem do verdadeiro, por que só conhecendo a verdadeira verdade, somente ela nos libertará da falsa liberdade proposta que não é vivida pelos cristãos modernos.

Pr. James de Melo

Texto a um amigo que Deus chamou a sua mãe para a eterna morada

Nunca desde que nos convertemos, desejamos tanto que nossos familiares e nossos parentes, nossos amigos, conhecidos, vizinhos, ou seja, todos conheçam a Cristo para escapar da ira divina e viver eternamente com Deus.

Mas, quando um desses, e que ainda mais é nosso mais chegado, egoisticamente não queremos que esta pessoa se afaste de nós e vá para onde desejamos por tanto tempo e de todo coração que sua existência se constitua ali, ao lado de Deus. Más, a vida é assim, deveríamos chorar por nós mesmos que continuamos aqui e que aquele que foi, está num gozo pleno de Deus, se deliciando em Cristo e recebendo a contagiante alegria vívida e eterna do Espírito Santo.

Contudo, é assim mesmo, dói muito a ausência, machuca bastante, a falta do olhar e do carinho, mas meu amigo, ela está onde Deus a desejou desde antes que o mundo fosse mundo, e Ele a chamou para receber a promessa que nós ainda esperamos receber.

Eu te amo em Cristo, meu irmãozão!

Que os auspícios da Graça de Deus seja o teu lugar de restauração e que te conforte pela ação do Consolador, que não só nos consola, mas dá a certeza de que vamos encontrar estes entes queridos e amados, que já estão lá e nos espera ansiosamente.

Que tudo vá bem em sua vida.

Pr. James de Melo

4 de outubro de 2009

É necessário nascer de novo


Jesus disse a Nicodemos que era necessário nascer de novo. Este mestre em Israel conhecedor da Palavra se espantou com essa afirmação. Deus prometeu que um dia se povo nasceria de novo, que se encontra no livro de Ezequiel (cap. 36.25-27), ou seja, Jesus não estava dizendo algo novo e sim recitando as Escrituras. A promessa de Deus é de purificar o homem do pecado e conceder-lhe um espírito novo.

"O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito".
João 3:6. Este versículo se refere a nossa condição humana e por nascermos espiritualmente mortos não temos condições próprias de amarmos a Deus. Portanto os mortos não vêem, mas os que são nascidos do Espírito enxergam seu reino como desejo supremo e verdadeiro.

Precisamos nascer de novo, mas esse nascimento é uma dádiva de Deus. Os mortos não podem dar nova vida a si mesmos. O Espírito faz isso, e ele é livre e sopra de maneira que não entendemos, portanto, O Espírito sopra aonde quer.


Pr James de Melo

3 de outubro de 2009

Por que você de ler...


Desafio à Reforma
Thomas K. Ascol.

Num mundo pós-moderno precisamos reavaliar nossos conceitos e diretrizes. Vejo no apóstolo Paulo uma tenacidade apostólica da qual é digna de ser ressaltada. As oposições, conflitos provocados por perseguições, não devem ser nem de longe o que nos tirará do caminho para o qual Deus nos chamou de forma irresistível. Somos tentados de diversas formas a desistirmos de ideais puros e desvinculados de pretensões egoístas, todavia, a igreja moderna precisa de uma reforma intelectual, moral e doutrinária. O caminho é árduo, o progresso é por demais lento, mas o que torna esse trabalho difícil demais e o mesmo que o torna por demais necessário. Não há um poço de dificuldade mais fundo onde a Graça de Deus não vá ainda mais profundo.

Pr James de Melo


3 de agosto de 2009

Comentário de 1 Pe 1.10-11

Pedro nos versículos anteriores expondo a respeito da misericordiosa salvação tão almejada, que é a salvação da nossa alma, é o tesouro que está reservado para os seus eleitos antes da fundação do mundo. Esta promessa “... que os profetas indagaram e inquiriram...”, Indagaram e inquiriram são sinônimos que no grego são seguidos por uma preposição intensificadora, que tem uma significação muito especial, pois indica uma busca intensa e muito forte. Graças a Deus pelos que estão buscando a palavra de Deus como referencial para suas vidas, são exemplos como estes que temos que seguir estudar a Bíblia com muito zelo e acuidade.

A Bíblia é o livro dos exemplos, encontramos de todos os tipos, tanto bons como maus, que o Espírito Santo nos conduza de forma a entender-mos que Deus é soberano de forma que todo louvor e adoração sejam para Ele. A sua misericórdia é sem fim e seu amor insondável. Investiguemos atentamente, entregando-nos ao estudo e pesquisa do entendimento bíblico, o tempo urge, vamos buscar a Deus enquanto se pode achar. A melhor hora e o melhor lugar de buscar a presença de Deus são em todo tempo e em todo lugar, não vamos esperar para buscá-lo quando a situação for contrária a nós. Deus merece muito mais do que um seguidor que só reclama, Deus merece um servo de coração agradecido.

O Espírito Santo foi enviado pelo próprio Cristo para nos acompanhar durante a nossa vida, Jesus está dizendo com isso que Seu Espírito está guardando-nos para Ele, temos um valor especial para Deus. Os escritos proféticos sempre relataram o testemunho a cerca de todos os sinais referentes ao nosso Senhor, tanto ao sofrimento quanto a glória que o seguiria pela sua obediência. Que sejamos encontrados pelo Espírito de Deus em estado de obediência, a imagem de Deus, como obreiros chamados para servi-lo por toda eternidade.

Pr James de Melo

2 de julho de 2009

Expiação limitada

Talvez a discordância mais acalorada entre calvinistas e arminianos seja sobre a extensão da expiação. A questão diante de nós é simplesmente essa: Por quem Cristo morreu? A vasta maioria dos cristãos evangélicos poderia responder assim: “A resposta é fácil: Cristo morreu por todo o mundo.” Essa resposta mui provavelmente seria acompanhada com o obrigatório texto prova de João 3.16. Concordo que a resposta é fácil, mas a resposta evangélica comum está errada. Está errada de acordo com ninguém outro senão o nosso Senhor Jesus Cristo mesmo.

A visão arminiana da expiação universal implica que seria de alguma forma injusto se Cristo não morresse por todos. Se, contudo, Cristo derramou Seu sangue precioso por todo o mundo, segue-se uma questão lógica: por que todos não são salvos? A resposta comum a essa pergunta é que a incredulidade impede a salvação de pecadores por quem Cristo morreu e derramou Seu sangue precioso. Se é assim, sou compelido a apontar a triste situação do arminiano. A incredulidade não é um pecado? Se Cristo morreu por todos os pecados de todos os homens, então todo o mundo estará no céu. Se Ele morreu por alguns dos pecados de todos os homens, então ninguém estará no céu. Esses sãos as duas opções do dilema arminiano. Além disso, se Jesus morreu uma morte que tornou a redenção uma possibilidade hipotética para todos, então na verdade isso não assegurou a salvação para ninguém. Não existe conforto numa propiciação que não propicia ou numa redenção que não redime. Os calvinistas limitam a extensão da expiação de Cristo, mas os arminianos limitam o poder dela.

Argumentos lógicos de lado, o que Jesus ensina sobre a extensão de Sua expiação? Nosso Senhor claramente limita Sua expiação em Sua declaração em Mateus 20.28, quando Ele descreve o propósito de Sua vinda: dar a Sua vida como um resgate por muitos. “Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.” A grande passagem em João 10 é talvez a mais clara sobre essa questão. No vv. 11 e 15, Jesus diz que Ele dá a Sua vida pelas ovelhas. Os versículos 26 e 27 definem as ovelhas como aqueles que creem e seguem a Cristo. Portanto, Jesus está ensinando que Ele morreu somente por aqueles que creem nele. Em outras palavras, Jesus morreu somente pelos eleitos.

A oração sacerdotal de Cristo em João 17 é instrutiva também. Jesus não ora pelo mundo (v. 9). No versículo 20, Jesus diz que ele está orando por “aqueles que creem em mim”. Jesus estava orando em favor dos eleitos de Deus como Sumo Sacerdote deles. Contudo, Jesus não era apenas o Sumo Sacerdote, mas o sacrifício também. Como Sumo Sacerdote, Jesus não iria orar apenas pelos eleitos enquanto se oferecendo como sacrifício por todo indivíduo que viveria sobre a terra. Isso é similar a crer que os Sumos Sacerdotes de Israel ofereciam sacrifícios pelo Egito e pela Assíria no Dia de Expiação. Não, os sacerdotes ofereciam a Deus um sacrifício pelos pecados de Israel somente.

A vida, obra e ensino de Cristo demonstram claramente que Ele morreu por Seu povo (o Israel espiritual) e por eles somente.

FONTE: http://www.monergismo.com/?p=1607