25 de fevereiro de 2008

O que é mais importante em sua vida?


Em todos os momentos de nossa vida devemos nos perguntar: Deus é a coisa mais importante na minha vida? Por que Deus sempre quando compete com a televisão, com o cansaço, com o clima ou com o sono, ele perde?

Todo homem tem o desejo natural de ser feliz, todavia recorre às falsificações mais perigosas da felicidade, mas somente Deus é a fonte da verdadeira felicidade.

O que dirige nossos pensamentos e nossas ações são os mais profundos anseios, colocados em nós por Deus. Todas as nossas ações visam um fim em que haja algo agradável, que seja bom para mim. Buscar a felicidade é totalmente cristão, basta observarmos as promessas clara de retribuição e recompensas prometidas nos evangelhos.

Devemos entender que: Se não entendermos que somente Deus pode satisfazer seu desejo natural de ser feliz, corre o risco de gastar facilmente toda a sua vida buscando felicidade em outras fontes.

Então o primeiro passo para buscar a Deus é confessar nossos anseios. O que te faz feliz? Fp 4:6 Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças;

Deus nos criou com anseios, porém Ele é o único capaz de satisfazer estes anseios. Deus nos leva a um caminho contrário as nossas inclinações naturais, buscar a felicidade somente nele. Somente Deus pode nos dar um sentido, um propósito e uma satisfação em nossas vidas.

Em muitas situações precisamos de um porto seguro durante a tempestade. Em muitas situações precisamos de uma bússola durante a noite. 2Co 4:8-10 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; (9) perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; (10) trazendo sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossos corpos;

Outra coisa que você deve fazer é aprender a Bíblia. A Bíblia nos exorta a ler e a examinar, porém não basta somente ler e examinar e sim entender, viabilizar o entendimento de forma prática e praticar esse conhecimento. Para muitos cristãos significa dentre tantas coisas como desligar a televisão.

A presença de Deus em nossas vidas satisfará plenamente nossos anseios mais profundos. Que o Senhor seja sempre a resposta final para a nossa busca.

1 de fevereiro de 2008

A semelhança da mente de Cristo


Disse Jesus a seus discípulos: Na verdade, a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. (Mat 9:37).

É interessante que até nessa frase a teologia reformada encontra tão grande amparo escriturístico. Diversas denominações das quais incluem os tradicionais, pentecostais, neopentecostais, liberais e alguns ortodoxos estão com seus púlpitos funcionando como pêndulos entre a quantidade de membros e a quantidade de pessoas que se assentam por detrás deste. É fato conhecido de uma quantidade não pouca de pessoas com um interesse cada dia mais crescente em relação a teologia reformada. A pouco, chegou ao nosso conhecimento uma notícia alarmante de uma congregação de um estado do Centro Oeste que clama por obreiros que os guie pelos caminhos da compreensão reformada.

Vejam que ao passo que as grandes denominações contém obreiros em demasiado, a realidade reformada se ampara totalmente nas palavras de Cristo que poucos ou até mesmo quase que nenhum obreiro há para que leve a palavra.

Oramos e nos dedicamos a estar não presunçosamente, mas, nos apresentar diante de Deus prontos para a comissão de Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. (Mar 16:15).

Pastor James de Melo

Pastor Presidente do Ministério Batista Reformada

31 de dezembro de 2007

Livre-arbítrio: livre ou escravo?

E isso com maior razão, se nos defrontarmos com a autoridade dos pais que, conquanto estejam sempre com essa expressão na boca, entretanto mostram qual é o valor que lhe dão no uso de que dela fazem. Principalmente Agostinho, que não hesita em chamá-lo servo. É bem verdade que, em certo lugar, ele se opõe aos que negam a existência do livre-arbítrio, mas, ao mesmo tempo, ele demonstra o que pretende, quando diz: “Somente que ninguém se disponha a negar o livre-arbítrio para, com isso, escusar o pecado”. Por outro lado, porém, ele confessa que “a vontade do homem não é livre sem o Espírito de Deus, visto que é dominada por suas concupiscências”. Igualmente diz ele que “depois que a vontade é dominada pelo mal em que caiu, a nossa natureza perdeu a liberdade”. E ainda: “O homem fazendo mau está em cativeiro e não pode fazer bem algum”.

Que diremos nós, ainda mais que noutro lugar parece que ele se põe a zombar dessa expressão, dizendo que há um livre-arbítrio bem livre no homem, mas de modo nenhum está livre de preocupações, e está livre da justiça e é servo do pecado? O que testifica que ele não tem outra opinião sobre a liberdade o homem, senão que se desviou da justiça, rejeitando o seu jugo para servir ao pecado. Não é assim, que ele zomba apenas do título que lhe dão, chamando-o livre-arbítrio? Portanto, se alguém se permite usar essa expressão, não farei com ele grande controvérsia, mas, uma vez que vejo que não se pode fazer uso se fosse abolida, eu não gostaria de empregá-la; e se alguém me pedisse conselho, eu lhe diria que se abstivesse do seu uso.

Fonte: As Institutas da Religião Cristã: edição especial com notas para estudo e pesquisa / João Calvino. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. Pág. 99.